27 de Novembro de 2021
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Edição de Sábado: A Alemanha quer Reinventar a Esquerda



A Alemanha é parlamentarista — o Poder Executivo, o conjunto de pessoas que governa, sai do Bundestag, equivalente à Câmara dos Deputados brasileira. Assim, a cada ciclo eleitoral, quando os deputados são eleitos, o partido com mais cadeiras é convidado a se juntar com outras legendas de forma que, numa coalizão, tenham pelo menos metade mais um dos votos. Não é uma arte simples compor assim — na Alemanha, não tem Centrão. Cada partido tem seu programa escrito, uma visão prática de como sua ideologia se aplica na hora de governar. Assim, a coalizão nasce de um novo programa de governo com o qual todos concordem, que de alguma forma misture os projetos de quem a compõe. Na semana que começa em 6 de dezembro, o advogado Olaf Scholz substituirá a premiê Angela Merkel que está há 16 anos no comando do governo alemão. A aliança de seu Partido Social Democrata com o Partido Verde e os liberais do Democratas Livres tem uma nova visão de esquerda para propor ao mundo. Nos objetivos, é muito similar ao futuro que o governo de Joe Biden enxerga para os EUA. Mas, no caminho para fazer, é bastante diferente.




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