18 de Dezembro de 2021
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Edição de sábado: Um Chile dividido vai às urnas



Amanhã o Chile vai às urnas sem saber muito bem o que esperar. Já se vão mais de três décadas desde o fim da ditadura militar do general Augusto Pinochet (1915-2006), uma das mais sangrentas do continente e que deixou suas marcas profundas sobre a democracia que a substituiu. Apesar de sucessivas reformas e emendas, só agora a Constituição imposta pelo regime em 1980 está para ser deixada de lado – e a que vai substitui-la também é uma incógnita. Farol do neoliberalismo no continente, o país conjuga o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da América do Sul – 0,851, 43º no mundo – e uma profunda desigualdade social, o que fez explodir revoltas em 2019.




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